Olha, não adianta querer pôr-me a culpa de tudo, pois estou convicto de que há muita vergonha no mundo. Diuturnamente, meu pragmatismo aflora e me afasta das tuas sessões, cônscio de o interpretares com fuga mais que afronta.
É isto tudo, e um pouco mais. Fujo de ti pois preciso desta distância absurda e solenemente declarada. Não suportaria alguém entre eu, mim e meus defeitos: expressão tácita e precisa do meu ser, seus erros, mil vezes mais do que os acertos.
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